sábado, 9 de agosto de 2008

Distante de ti

Há já algum tempo que não te vejo e sinto que te posso perder. Tenho medo que a distância nos torne, de novo, meros desconhecidos. Sinto receio de te perder, de te desconhecer, que te afastastes mais do que o que já estás. Cada escassos minutos que vão passando parecem intermináveis horas e apenas anseio o dia em que te voltarei a ver. A distância faz-me querer-te, desejar-te. Tenho medo que me esqueças e, em parte, também tenho medo de te esquecer. Espero ansiosamente uma mensagem tua, mas admito que o som da tua particular voz sabe muito melhor. Aqueles escassos momentos em que te ouço relembram-me o quanto te quero junto a mim. O teu nome aquando na chamada provoca-me uma imensa alegria, algo estúpida, que não consigo explicar. Não sei o porquê de todos estes sentimentos, mas a verdade é que tu, e apenas tu, mos provocas. E agradeço todos estes sentimentos, todas as alegrias e tristezas, ânsias e dúvidas. Agradeço a esperança que me dás quando para mim falas. Agradeço, pois é por causa de ti que a minha vida tem sentido.